A inibição da enzima fosfatase alcalina intestinal pode explicar como o aspartame promove a intolerância à glicose e obesidade em ratos.

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Autor(es): Gul SS, Hamilton ARL, Munoz AR, et al
Nome da Publicação : Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, 2017 Jan;42(1):77-83
Ano de publicação : 2016

Sumário

O mecanismo sugerido no estudo de Gul et al que afirma que o aspartame pode evitar a perda de peso simplesmente não é biologicamente plausível. Após a ingestão, o aspartame é rapidamente digerido em ácido aspártico e fenilalanina (aminoácidos) e uma pequena quantidade de metanol. Está bem documentado que tanto o ácido aspártico como a fenilalanina mantêm a mesma forma de quando absorvidos pelo corpo a partir de alimentos naturais, como a carne ou produtos lácteos. Além disso, as quantidades de fenilalanina resultante da degradação do aspartame são muito inferiores às obtidas de muitas outras fontes dietéticas naturais. Neste sentido, as afirmações de que o produto da degradação de aspartame, a fenilalanina, interfere com a ação de uma enzima que anteriormente se demonstrou prevenir a síndrome metabólica em ratos não se aplicam aos seres humanos, que consomem uma variedade de alimentos que contêm quantidades muito maiores do aminoácido fenilalanina. Para mais informações, leia os comentários da ISA acedendo aqui.

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