Aspartame é seguro

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on email

Declaração da ISA em resposta ao novo estudo desenvolvido por Millstone e Dawson

Bruxelas, 22 de julho de 2019*: Respondendo ao novo estudo apresentado por Millstone e Dawson sobre a avaliação de segurança do aspartame,1 a Associação Internacional de Adoçantes destaca os pareceres científicos de autoridades de segurança alimentar em todo o mundo que, em consonância com o esmagador corpo de evidências científicas disponíveis, têm reafirmado sistematicamente que o aspartame é seguro.2

A ISA aponta ainda para a resposta da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), publicada em abril de 2020 numa carta ao editor redigida por Kass and Lodi.3 Nesta publicação, a EFSA refuta a alegação de enviesamento, destacando a abordagem rigorosa seguida pelos peritos da EFSA para a reavaliação do aspartame em 2013.

À semelhança todos os adoçantes de baixas calorias, e antes de serem aprovados para uso no mercado, o aspartame tem sido submetido à realização de extensas avaliações de segurança. As conclusões do parecer científico da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) sobre o aspartame2,4, publicado em dezembro de 2013, confirmam que o aspartame não representa uma preocupação em termos de segurança. O Parecer da EFSA sobre o aspartame representa a avaliação mais abrangente da base de dados científicos sobre a segurança do aspartame que já foi realizada, examinada pelos principais cientistas de toda a Europa. Com base nesses dados, os peritos da EFSA poderiam excluir qualquer potencial risco do aspartame causar danos aos genes ou ao cérebro.

Além disso, um recente estudo financiado pelo Governo britânico sobre a “sensibilidade ao aspartame comunicada pelo próprio”, concluiu que “não houve evidência de qualquer efeito adverso agudo ao aspartame”.5

Utilizado em alimentos, bebidas e adoçantes de mesa, os adoçantes de baixas calorias, incluindo o aspartame, podem oferecer às pessoas uma ampla variedade de opções de sabor adocicado sem ou de baixas calorias e, portanto, podem ser uma ferramenta útil, quando usados em vez do açúcar e como parte de uma dieta equilibrada, ajudando a reduzir o consumo geral de açúcar e calorias, bem como na gestão e o controlo dos níveis de glicose no sangue. Os adoçantes de baixas calorias são também não cariogénicos, o que significa que eles não contribuem para a cárie dentária.

*atualizado a 8 de abril de 2020

  1. https://link.springer.com/epdf/10.1186/s13690-019-0355-z?author_access_token=4ZuyDYREVS_1gkvkWt_9Q2_…
  2. European Food Safety Authority. Scientific Opinion on the re-evaluation of aspartame (E 951) as a food additive. EFSA J. 2013;11:3496. doi:10.2903/ j.efsa.2013.3496.
  3. Kass and Lodi, Letter to the editor regarding the article ‘EFSA’s toxicological assessment of aspartame: was it even-handedly trying to identify possible unreliable positives and unreliable negatives?’. Archives of Public Health volume 78, Article number: 14 (2020). https://archpublichealth.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13690-020-0395-4
  4. https://www.efsa.europa.eu/sites/default/files/corporate_publications/files/factsheetaspartame.pdf
  5. Sathyapalan T, Thatcher NJ, Hammersley R, Rigby AS, Pechlivanis A, et al. (2015) Aspartame Sensitivity? A Double Blind Randomised Crossover Study. PLOS ONE 10(3): e0116212. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0116212